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quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

Federação Paulista divulga tabela do campeonato Paulista de 2012

A Federação Paulista de Futebol divulgou na tarde desta segunda-feira a tabela do Campeonato Paulista de 2012. O torneio do ano que vem marca o retorno à elite de times tradicionais, como Guarani, XV de Piracicaba e Comercial, que ascenderam este ano da Série A-2. O outro promovido foi a Catanduvense.



Primeira Fase

conjuntivite /sintomas e Tratamento

conjuntivite é a doença ocular causada pela inflamação e/ou infecção da conjuntiva, fina membrana que recobre parte dos nosso olhos. Os principais sintomas da conjuntivite são os olhos vermelhos, dor e lacrimejamento.

O que é a conjuntiva?

Vamos entrar em detalhes. A conjuntiva é uma fina membrana transparente que recobre a parte interna das pálpebras e a esclera (parte branca dos nosso olhos). Aqueles pequenos vasos sanguíneos que conseguimos ver na parte branca dos olhos e na parte de dentro das pálpebras estão, na verdade, na conjuntiva. Vejam as fotos abaixo (clique para ampliar)
Conjuntiva
vasos sanguíneos da conjuntiva recobrindo a esclera
Conjuntiva
Esclera recobrindo pálpebra
Quando a conjuntiva se inflama, esses minúsculos vasos se tornam mais proeminentes, dando o característico aspecto de olhos vermelhos.

Sintomas da conjuntivite

Os primeiros sintomas da conjuntivite costumam ser ardência, lacrimejamento, sensação de areia nos olhos e de "colamento" das pálpebras ao acordar. Em pouco tempo os olhos tornam-se vermelhos e a secreção pode se tornar purulenta.

Outros sintomas comuns são o comichão nos olhos, dor, inchaço nas pálpebras e intolerância à luz forte.

Conjuntivite
Conjuntivite
O que causa conjuntivite?

Existem basicamente 3 tipos de conjuntivite:

- Conjuntivite viral
- Conjuntivite bacteriana
- Conjuntivite alérgica

a.) Conjuntivite viral

É a forma mais comum de conjuntivite, normalmente causada por um vírus chamado Adenovírus. Pode vir acompanhada por outros sintomas de virose como febre, dor de garganta e outros sinais de infecção respiratória. 

A conjuntivite viral é extremamente contagiosa, sendo transmitida através de mãos contaminadas por secreções oculares. A conjuntivite é tão contagiosa que se um paciente coçar os olhos e tocar em um objeto, outras pessoas podem se contaminar através deste.

O quadro normalmente começa em um dos olhos, transmitindo-se para o outro 24 a 48 horas depois. A conjuntivite viral é auto-limitada, curando-se sozinha após 7 a 10 dias, sem necessidade de tratamento específico. 

b.) Conjuntivite bacteriana

A conjuntivite bacteriana é bem menos comum que a conjuntivite viral; é normalmente causada por uma destas cinco bactérias: Staphylococcus aureus, Streptococcus pneumoniae, Haemophilus influenzae, Moraxella catarrhalis e Pseudomonas aeruginosa.

A transmissão da conjuntivite bacteriana se dá da mesma maneira que a conjuntivite viral, ou seja, através do contato com secreções contaminadas. Ao contrário da forma viral, a bacteriana precisa de colírios com antibióticos para melhorar (leia sobre tratamento da conjuntivite abaixo)

c.) Conjuntivite alérgica 

A conjuntivite alérgica ocorre quando os olhos entram em contato com alguma substância no ar que cause irritação. A inflamação da conjuntiva ocorre por uma reação alérgica a esta substância que pode ser, por exemplo, pólen, poeira, pelos de animal, mofo etc...

A conjuntivite alérgica não é transmissível. Quem tem conjuntivite alérgica não precisa se ausentar da escola ou do trabalho. 

A forma alérgica se difere da bacteriana e viral pelo intenso comichão que causa. Muitas vezes, outros sintomas alérgicos, como espirros e coriza nasal, também estão presentes .
Uma pessoa que mora comigo está com conjuntivite. Como devemos proceder?

- Não compartilhe toalhas, roupa de cama ou talheres
- Não durma na mesma cama.
- Evite contato muito próximo, tipo abraços e beijos.
- Os dois devem lavar as mãos com frequência. 
- Evite coçar os olhos. Se o fizer, lave as mãos antes e depois.
- Óculos escuros ajudam na sensibilidade à luz, mas não previnem a transmissão.

É importante saber que mesmo com todo cuidado, as conjuntivites, principalmente as virais, são muito contagiosas, portanto, invariavelmente a pessoa que divide o mesmo teto acaba se contaminando também.

Tratamento da conjuntivite

O primeiro passo para todo paciente com olhos vermelhos é procurar um oftalmologista. Primeiro porque várias doenças oftalmológicas, que não conjuntivite, podem causar olhos vermelhos. Segundo porque a distinção entre conjuntivite viral, alérgica ou bacteriana é importante, não só no tratamento, mas também na indicação de baixa escolar ou no trabalho.

Fazer o diagnóstico diferencial entre os tipos de conjuntivite não fácil; a maioria dos médicos não oftalmologistas não sabem fazê-la corretamente. Isto implica em uma excessiva prescrição de colírios com antibióticos para conjuntivites virais e alérgicas, que não necessitam do mesmo.

De modo geral, indica-se lavar os olhos frequentemente com soro fisiológico frio. Compressas embebidas em soro frio também ajudam.

Nunca se automedique. Existem colírios específicos para cada tipo de conjuntivite. Alguns possuem anti-inflamatórios, outros antibióticos e ainda há os com anti-alérgicos.

Quem usa lentes de contato, deve evitá-las até o desaparecimento dos sintomas.

Leia o texto original no site MD.Saúde: CONJUNTIVITE | Sintomas e Tratamento http://www.mdsaude.com/2010/08/conjuntivite-sintomas-tratamento.html#ixzz1hvFWOsVK

terça-feira, 27 de dezembro de 2011

Cuidado com a Dengue

Sintomas da Dengue


vírus da dengue pode se apresentar de quatro formas diferentes, que vai desde a forma inaparente, em que apesar da pessoa está com a doença não há sintomas, até quadros de hemorragia, que podem levar o doente ao choque e ao óbito.
Sintomas da Dengue:
há suspeita de dengue em casos de doença febril aguda com duração de até 7 dias e que se apresente acompanhada de pelo menos dois dos seguintes sintomas: dor de cabeça, dor atrás dos olhos, dores musculares, dores nas juntas, prostração e vermelhidão no corpo.

Infecção Inaparente

A pessoa está infectada pelo vírus, mas não apresenta nenhum sintoma da dengue.

Dengue Clássica

Geralmente, os sintomas da dengue iniciam de uma hora para outra e dura entre 5 a 7 dias. A pessoa infectada tem febre alta (39° a 40°C), dores de cabeça, cansaço, dor muscular e nas articulações, indisposição, enjôos, vômitos, manchas vermelhas na pele, dor abdominal (principalmente em crianças), entre outros sintomas.
Os sintomas da Dengue Clássica duram até uma semana. Após este período, a pessoa pode continuar sentindo cansaço e indisposição.

Dengue Hemorrágica

Sintomas da Dengue
A febre alta é um dos primeiros sintomas da dengue. (Foto: Lukasz Tyrała)
Inicialmente os sintomas da dengue hemorrágica se assemelha à Dengue Clássica, mas, após o terceiro ou quarto dia de evolução da doença, surgem hemorragias em virtude do sangramento de pequenos vasos na pelo e nos órgãos internos. A Dengue Hemorrágica pode provocar hemorragias nasais, gengivais, urinárias, gastrointestinais ou uterinas.
Na Dengue Hemorrágica, assim que os sintomas de febre acabam a pressão arterial do doente cai, o que pode gerar tontura, queda e choque. Se a doença não for tratada com rapidez, pode levar à morte.

Síndrome de Choque da Dengue

A pessoa acometida pela doença apresenta um pulso quase imperceptível, inquietação, palidez e perda de consciência. Neste tipo de apresentação da doença, há registros de várias complicações, como alterações neurológicas, problemas cardiorrespiratórios, insuficiência hepática, hemorragia digestiva e derrame pleural.
Entre as principais manifestações neurológicas, destacam-se: delírio, sonolência, depressão, coma, irritabilidade extrema, psicose, demência, amnésia, paralisias e sinais de meningite. Se a doença não for tratada com rapidez, pode levar à morte.
É importante destacar que a dengue é uma doença dinâmica, que pode evoluir rapidamente de forma mais branda para uma mais grave. É preciso ficar atento aos sintomas que podem indicar uma apresentação mais séria da doença.

SINAIS DE ALERTA – DENGUE HEMORRÁGICA

1. Dor abdominal intensa e contínua (não cede com medicação usual);
2. Agitação ou letargia;
3. Vômitos persistentes;
4. Pulso rápido e fraco;
5. Hepatomegalia dolorosa;
6. Extremidades frias;
7. Derrames cavitários;
8. Cianose;
9. Sangramentos expontâneos e/ou prova de laço positiva;
10. Lipotimia;
11. Hipotensão arterial;
12. Sudorese profusa;
13. Hipotensão postural;
14. Aumento repentino do hematócrito;
15. Diminuição da diurese;
16. Melhora súbita do quadro febril até o 5 dia;
17. Taquicardia.
Fonte: Dengue – Aspectos Edipemiológico, diagnóstico e tratamento (Ministério da Saúde)

Prevenção da Dengue



A ação mais simples para prevenção da dengue é evitar o nascimento do mosquito, já que não existem vacinas ou medicamentos que combatam a contaminação. Para isso, é preciso eliminar os lugares que eles escolhem para a reprodução.
A regra básica é não deixar a água, principalmente limpa, parada em qualquer tipo de recipiente.
Como a proliferação do mosquito da dengue é rápida, além das iniciativas governamentais, é importantíssimo que a população também colabore para interromper o ciclo de transmissão e contaminação. Para se ter uma ideia, em 45 dias de vida, um único mosquito pode contaminar até 300 pessoas.
prevenção da dengue
Ciclo de Transmissão da Dengue (Imagem: MDS)
Então, a dica é manter recipientes, como caixas d’água, barris, tambores tanques e cisternas, devidamente fechados. E não deixar água parada em locais como: vidros, potes, pratos e vasos de plantas ou flores, garrafas, latas, pneus, panelas, calhas de telhados, bandejas, bacias, drenos de escoamento, canaletas, blocos de cimento, urnas de cemitério, folhas de plantas, tocos e bambus, buracos de árvores, além de outros locais em que a água da chuva é coletada ou armazenada.
É bom lembrar que o ovo do mosquito da dengue pode sobreviver até 450 dias, mesmo se o local onde foi depositado o ovo estiver seco. Caso a área receba água novamente, o ovo ficará ativo e pode atingir a fase adulta em um espaço de tempo entre 2 e 3 dias. Por isso é importante eliminar água e lavar os recipientes com água e sabão.

Ações simples para combater a proliferação do mosquito da dengue

Prevenção da Dengue
Como eliminar as larvas e os mosquitos da dengue
Pesquisadoras da Universidade Estadual Paulista (Unesp) de São José do Rio Preto (SP) descobriram que a cafeína é fatal para o desenvolvimento da larva do Aedes aegypti. No estudo, elas verificaram que quanto maior a concentração de cafeína na água parada contida em vasos, ralos e plantas, menor o tempo de vida das larvas. De acordo com as cientistas, foi  registrada uma taxa de mortalidade de 100%. Nenhuma das larvas conseguiu chegar ao último estágio de desenvolvimento.
Resultados semelhantes foram obtidos com a borra de café. Em laboratório, quatro colheres de sopa de borra de café bloquearam o desenvolvimento de larvas mergulhadas no equivalente a um copo de água.
Em situações de epidemia de dengue, o método de combate mais usado contra a reprodução do mosquito é a aplicação de inseticidas, mas a maioria desses produtos é tóxica. Além disso, com o tempo, os mosquitos podem adquirir resistência a essas substâncias. A borra de café funciona como um inseticida natural e não faz mal para seres humanos, animais e plantas.
Outros produtos, como o sal de cozinha e a água sanitária, têm sido recomendados contra o Aedes egypti. Mas há limitações: eles não podem ser aplicados em plantas, por exemplo. A borra é um resíduo produzido diariamente na maioria das residências. Ela pode ser jogada sobre o solo dos jardins e hortas, na terra dos vasos ou dentro das bromélias. Não se deve diluí-la em água antes de aplicar.
A larva se intoxica ao ingerir extratos de borra do café. A quantidade de borra a ser utilizada depende da quantidade de água acumulada. Se o local contém o equivalente a meio copo de água de chuva ou de rega, por exemplo, duas colheres de sopa de borra bastam. A mesma quantidade de borra nova deve ser colocada a cada sete dias.